Minha entrevistada é Adriana Heloisa Silva. Ela atua na área de Atendimento na empresa Sicoob Nosso Credito, e vai nos falar um pouco de sua profissão na entrevista a seguir.
1 - O que a levou a escolher esta profissão?
Estágio da faculdade.
2 - Você escolheu esta profissão pela remuneração ou porque você gosta do que faz?
Porque eu gosto de atuar na área de Atendimento.
3 - Qual é a sua função dentro da empresa?
“Sou atendente e caixa, trabalho na área operacional e atendimento ao público”.
4 - Como é a relação entre você e seu chefe?
Muito profissional.
5 - Qual o retorno profissional?
De acordo com o desempenho há a possibilidade de ascensão profissional.
6 - Que conselho você daria para quem quer atuar nesta área?
“O meu conselho é que estudem bastante e prestem um concurso federal para ter um futuro mais estável”.
Luan Henrique Avelar
Estudante da 1ª série da ETFG/ACISSP
São Sebastião do Paraíso - MG
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Profissão à escolha
A maioria dos jovens sempre acaba se atrapalhando na hora de escolher a profissão a ser seguida, além de uma boa parte escolher a profissão errada.
Juliana Peixoto entrevista Sirlei Capato (48), contadora experiente, que vai nos falar um pouco sobre sua profissão.
Juliana - A senhora sempre gostou dessa profissão?
Sirlei - Sim, desde a minha adolescência.
Juliana - Por que a senhora decidiu ser contadora?
Sirlei - Pelo fato de ser muito detalhista e gostar de cálculos, me identifiquei muito com a contabilidade.
Juliana - Quando a senhora começou com essa profissão?
Sirlei - Há 30 anos!
Juliana - A contabilidade é uma área fácil de ser exercida?
Sirlei - Depende da pessoa que faz o trabalho. Para uns é fácil e para outros é mais difícil... A pessoa tem que gostar e se identificar com a contabilidade, como aconteceu comigo.
Juliana - Quais características principais que um(a) contador(a) deve apresentar?
Sirlei - Assim como disse anteriormente, um contador tem que ser detalhista e deve ser “ligado” também para não deixar nada “passar em branco”, além de ter muita paciência para fazer e refazer cálculos várias vezes...
Juliana - A senhora acha que a contabilidade se modernizou da época em que começou até os dias de hoje?
Sirlei - Sim. Algumas mudanças facilitaram muito a contabilidade, porém outras complicaram um pouco pro meu lado, que não tinha tanta intimidade com o computador.
Juliana - Para finalizar a entrevista, o que a senhora aconselha aos jovens que estão decidindo suas profissões agora?
Sirlei - Eu os aconselho a fazer o que gostam, sem se importar com a opinião das outras pessoas, é muito mais satisfatório trabalhar em uma área em que gostamos. O trabalho fica muito mais bem feito.
Juliana Capato Peixoto
Estudante da 1ª série da ETFG/ACISSP
São Sebastião do Paraíso - MG
Juliana Peixoto entrevista Sirlei Capato (48), contadora experiente, que vai nos falar um pouco sobre sua profissão.
Juliana - A senhora sempre gostou dessa profissão?
Sirlei - Sim, desde a minha adolescência.
Juliana - Por que a senhora decidiu ser contadora?
Sirlei - Pelo fato de ser muito detalhista e gostar de cálculos, me identifiquei muito com a contabilidade.
Juliana - Quando a senhora começou com essa profissão?
Sirlei - Há 30 anos!
Juliana - A contabilidade é uma área fácil de ser exercida?
Sirlei - Depende da pessoa que faz o trabalho. Para uns é fácil e para outros é mais difícil... A pessoa tem que gostar e se identificar com a contabilidade, como aconteceu comigo.
Juliana - Quais características principais que um(a) contador(a) deve apresentar?
Sirlei - Assim como disse anteriormente, um contador tem que ser detalhista e deve ser “ligado” também para não deixar nada “passar em branco”, além de ter muita paciência para fazer e refazer cálculos várias vezes...
Juliana - A senhora acha que a contabilidade se modernizou da época em que começou até os dias de hoje?
Sirlei - Sim. Algumas mudanças facilitaram muito a contabilidade, porém outras complicaram um pouco pro meu lado, que não tinha tanta intimidade com o computador.
Juliana - Para finalizar a entrevista, o que a senhora aconselha aos jovens que estão decidindo suas profissões agora?
Sirlei - Eu os aconselho a fazer o que gostam, sem se importar com a opinião das outras pessoas, é muito mais satisfatório trabalhar em uma área em que gostamos. O trabalho fica muito mais bem feito.
Juliana Capato Peixoto
Estudante da 1ª série da ETFG/ACISSP
São Sebastião do Paraíso - MG
Qual é sua área profissional?
Salas, computadores, máquinas, essa é a área de serviço dessas pessoas. Será que esse tipo de trabalho faz bem para essas pessoas que convivem com isso todo dia? Será que ele é feito por gosto, com dedicação, ou é somente uma obrigação? Falaremos um pouco com nosso entrevistado Ricardo Pélico Peres Júnior, que trabalha na rede Michelin.
1) João Guilherme - Como e quando você descobriu que queria fazer esse serviço, e que gostava dele?
Ricardo: Quando entrei na Empresa, trabalhava somente na área comercial, mas sempre tive vontade de lidar com pessoas.
2) João Guilherme - Qual sua função na empresa?
Ricardo: Gerente Administrativo e Comercial.
3) João Guilherme - Como foi seu primeiro dia na empresa?
Ricardo: Foi bastante confuso, pois não tinha intimidade com nada dentro da Empresa. Ficava muito inseguro e com medo de errar. As informações eram muitas e ao mesmo tempo e quase não conseguia absorvê-las.
4) João Guilherme - Como é o relacionamento entre a firma com seus clientes, e como são feitas as vendas?
Ricardo: A Empresa procura ter um relacionamento bastante próximo com os principais clientes e acompanha os demais, na medida do possível. As vendas, em sua maioria, são feitas através de visitas técnicas e por telemarketing.
5) João Guilherme - Em relação à quantidade de vendas, qual é a posição da empresa?
Ricardo: A revenda em que trabalho é considerada de porte médio. A Michelin é líder mundial em tecnologia e comercialização de pneus, entre outros negócios.
6) João Guilherme - Como é seu local de trabalho?
Ricardo: Trabalho em um escritório próximo à área de serviços e, muitas vezes, passo boa parte do tempo nas empresas de nossos clientes.
7) João Guilherme – Em sua opinião, você faz um bom trabalho na empresa?
Ricardo: Procuro sempre dar o melhor de mim e me aperfeiçoar constantemente. Considero que faço um bom trabalho dentro da empresa, mas não há nada que não possa ser melhorado, tanto é que estou cursando MBA na FGV (Fundação Getúlio Vargas).
8) João Guilherme – Onde você pretende chegar dentro da empresa?
Ricardo: Pretendo chegar a um cargo de Diretoria.
João Guilherme: – Agradeço a oportunidade e disponibilidade em me receber para esta entrevista que foi de muita valia. Obrigado.
Ricardo: - Eu que agradeço por ter me entrevistado, sinal de interesse pelo trabalho que desenvolvo.
São Sebastião do Paraíso, 20 de abril de 2011.
João Guilherme Rocha Cunha
Estudante da 1ª série da ETFG/ACISSP
São Sebastião do Paraíso - MG
1) João Guilherme - Como e quando você descobriu que queria fazer esse serviço, e que gostava dele?
Ricardo: Quando entrei na Empresa, trabalhava somente na área comercial, mas sempre tive vontade de lidar com pessoas.
2) João Guilherme - Qual sua função na empresa?
Ricardo: Gerente Administrativo e Comercial.
3) João Guilherme - Como foi seu primeiro dia na empresa?
Ricardo: Foi bastante confuso, pois não tinha intimidade com nada dentro da Empresa. Ficava muito inseguro e com medo de errar. As informações eram muitas e ao mesmo tempo e quase não conseguia absorvê-las.
4) João Guilherme - Como é o relacionamento entre a firma com seus clientes, e como são feitas as vendas?
Ricardo: A Empresa procura ter um relacionamento bastante próximo com os principais clientes e acompanha os demais, na medida do possível. As vendas, em sua maioria, são feitas através de visitas técnicas e por telemarketing.
5) João Guilherme - Em relação à quantidade de vendas, qual é a posição da empresa?
Ricardo: A revenda em que trabalho é considerada de porte médio. A Michelin é líder mundial em tecnologia e comercialização de pneus, entre outros negócios.
6) João Guilherme - Como é seu local de trabalho?
Ricardo: Trabalho em um escritório próximo à área de serviços e, muitas vezes, passo boa parte do tempo nas empresas de nossos clientes.
7) João Guilherme – Em sua opinião, você faz um bom trabalho na empresa?
Ricardo: Procuro sempre dar o melhor de mim e me aperfeiçoar constantemente. Considero que faço um bom trabalho dentro da empresa, mas não há nada que não possa ser melhorado, tanto é que estou cursando MBA na FGV (Fundação Getúlio Vargas).
8) João Guilherme – Onde você pretende chegar dentro da empresa?
Ricardo: Pretendo chegar a um cargo de Diretoria.
João Guilherme: – Agradeço a oportunidade e disponibilidade em me receber para esta entrevista que foi de muita valia. Obrigado.
Ricardo: - Eu que agradeço por ter me entrevistado, sinal de interesse pelo trabalho que desenvolvo.
São Sebastião do Paraíso, 20 de abril de 2011.
João Guilherme Rocha Cunha
Estudante da 1ª série da ETFG/ACISSP
São Sebastião do Paraíso - MG
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Um sonho - Viviane Spósito 2º 2010
Um sonho - Viviane Spósito
Eu tinha um sonho, queria ser bem conhecida pelo mundo inteiro, tinha muita força de vontade e um coração enorme. Eu já me imaginava em todo o mundo, mas sonho é apenas sonho, sempre levei um não e nunc desisti. Mas um dia da minha vida todos os meus sonhos se acabaram, perdi minhas garras, minha força de vontade. Já não sonhava mais. O que me restou desse mundo cruel doi um coração cheio de mágoas. Eu decidi esperar o tempo passar. Sigo a voz do mundo, sonho livremente, um sonho cheio de mistérios, apenas um sonho que sabe reconhecer a importância das pessoas que passam por minha vida.
Eu tinha um sonho, queria ser bem conhecida pelo mundo inteiro, tinha muita força de vontade e um coração enorme. Eu já me imaginava em todo o mundo, mas sonho é apenas sonho, sempre levei um não e nunc desisti. Mas um dia da minha vida todos os meus sonhos se acabaram, perdi minhas garras, minha força de vontade. Já não sonhava mais. O que me restou desse mundo cruel doi um coração cheio de mágoas. Eu decidi esperar o tempo passar. Sigo a voz do mundo, sonho livremente, um sonho cheio de mistérios, apenas um sonho que sabe reconhecer a importância das pessoas que passam por minha vida.
Meu pai - Fábio Dizaró 2º 2010
Meu pai - Fábio Dizaró
Olha lá o meu pai com as mãos caleijadas
Acabando seu resto de vida no cabo da enxada
A alegria do meu pai é a sua chacrinha
Onde ele planta arroz, feijão e abobrinha
Quando a chuva cai do céu
Meu pai agradece a Deus tirando seu chapéu
Quando a lua está chegando e o sol está de saída
Meu pai agradece a Deus por mais um dia de vida
A chácara do meu pai, todos sabem onde é
É aqui pertinho, pra lá do Sapé.
Olha lá o meu pai com as mãos caleijadas
Acabando seu resto de vida no cabo da enxada
A alegria do meu pai é a sua chacrinha
Onde ele planta arroz, feijão e abobrinha
Quando a chuva cai do céu
Meu pai agradece a Deus tirando seu chapéu
Quando a lua está chegando e o sol está de saída
Meu pai agradece a Deus por mais um dia de vida
A chácara do meu pai, todos sabem onde é
É aqui pertinho, pra lá do Sapé.
O último poema - Jackeline Amorim 2º 2010
O último poema - Jackeline Amorim
Como passa diante dela?
aliás, posso ser leve com uma brisa
e forte com a ventania
Busco o mais profundo sentimento de agonia
Qual o gosto dela?
Vale registrar que não gosto
é dos sabores leves, e nem dos venenos breves
Noto que não os sinto desde 1977.
Empurre-me de um penhasco
Talvez eu consiga sentir
a mesma sensação que ela me trazia
Seria o melhor delírio que já senti um dia.
Talvez ela seja apenas atos:
dos gestos, os mais bravos
dos momentos, os mais delirantes
das aventuras, as mais excitantes
das manias, as mais enlouquentes
dos adversários, os que mexem com o eu da gente.
Queria tê-la de novo
e sentir o gosto forte da bebida
o Sol ardente do meio-dia
e da paixão, a não correspondida
e poder voltar a escrever
a única coisa que me mantinha viva.
Talvez a vida se baseie em um cigarro
Queimaduras de terceiro grau
Com uma senhorita fora do normal.
Eu sou Clarice, e ela é a vida
Eu só queria poder provar de novo
os venenos de um dia a dia.
Como passa diante dela?
aliás, posso ser leve com uma brisa
e forte com a ventania
Busco o mais profundo sentimento de agonia
Qual o gosto dela?
Vale registrar que não gosto
é dos sabores leves, e nem dos venenos breves
Noto que não os sinto desde 1977.
Empurre-me de um penhasco
Talvez eu consiga sentir
a mesma sensação que ela me trazia
Seria o melhor delírio que já senti um dia.
Talvez ela seja apenas atos:
dos gestos, os mais bravos
dos momentos, os mais delirantes
das aventuras, as mais excitantes
das manias, as mais enlouquentes
dos adversários, os que mexem com o eu da gente.
Queria tê-la de novo
e sentir o gosto forte da bebida
o Sol ardente do meio-dia
e da paixão, a não correspondida
e poder voltar a escrever
a única coisa que me mantinha viva.
Talvez a vida se baseie em um cigarro
Queimaduras de terceiro grau
Com uma senhorita fora do normal.
Eu sou Clarice, e ela é a vida
Eu só queria poder provar de novo
os venenos de um dia a dia.
Ilusão - Wilson Barreto 2º 2010
Ilusão - Wilson Barreto
Se ainda consegues ter o ar circulandoem teu pulmão
Se ainda tens o calor que provém da alma
Mas te sentes como dado por morto
Tens involuntariamente metade da vitalidade do coração morta
A ilusão que te parte, que te prende... agora te domina
A memória sorrateria e maliciosa não tem piedade do coração
É como um arco com uma flecha grande, pontuda e em chamas
Apontando para o peito pela própria mão
Que quando disparada segue reta e firme
Friamente fervente, rumo ao coração
O fogo se espalha, leva a razão, a noção, emoção
No chão torna-te um zumbi
Quem és não é quem queres ser
A chuva de dor e arrependimento, com uma película de ilusão
Que cai freneticamente, tenta cessar a chama
Porém é em vão... em vão, em vão.
Quando a reserva se esgota, só te resta o carvão ainda em brasa
A estrutura cai, levando consigo a luz
O pulsar não é mais sentido, bem-vindo ao funeral.
Se ainda consegues ter o ar circulandoem teu pulmão
Se ainda tens o calor que provém da alma
Mas te sentes como dado por morto
Tens involuntariamente metade da vitalidade do coração morta
A ilusão que te parte, que te prende... agora te domina
A memória sorrateria e maliciosa não tem piedade do coração
É como um arco com uma flecha grande, pontuda e em chamas
Apontando para o peito pela própria mão
Que quando disparada segue reta e firme
Friamente fervente, rumo ao coração
O fogo se espalha, leva a razão, a noção, emoção
No chão torna-te um zumbi
Quem és não é quem queres ser
A chuva de dor e arrependimento, com uma película de ilusão
Que cai freneticamente, tenta cessar a chama
Porém é em vão... em vão, em vão.
Quando a reserva se esgota, só te resta o carvão ainda em brasa
A estrutura cai, levando consigo a luz
O pulsar não é mais sentido, bem-vindo ao funeral.
Assinar:
Postagens (Atom)